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Resumão dos 5 anos de Unicesumar

Hoje, por algum motivo a Yas me pediu que eu listasse as coisas mais importantes que fiz desde que entrei na Unicesumar. Eu sempre achei que fiz poucas coisas, bem menos do que gostaria. Muitas vezes queria participar dos projetos novos que apareciam e era sempre excluída por alguém que não me queria nas panelinhas. O tempo foi passando e aquelas pessoas que estavam em todas as gravações de propagandas internas da instituição foram saindo. De repente não parecia mais tão legal assim aparecer e não ganhar nada com isso. Achei bem feito, pois todo mundo queria participar um pouco e de repente ter a oportunidade de mostrar um pouco do seu talento, mas não, a panelinha se mantinha intacta. Bom, muitas coisas surgiram desde então e eu vou tentar reunir aqui tudo que lembro que fiz na cara e na coragem e de peito aberto sempre tentando evoluir profissionalmente.  2017     - Revitalização da pós - elaboração e estruturação do referencial da pós em equipe, capacitação e ofic...

Reunião da Pós com Jonathan

Não é de se admirar que a gente quase não consiga transpor em palavras as agressões que sofremos, às vezes diariamente, por conta do comportamento hostil dos colegas. São pequenas atitudes, expressões e palavras que permeiam a conversa de maneira "naturalizada", e acontecem de tal forma que fica difícil identificar, recortar e realmente configurar aquilo como agressão. Agressão verbal velada Mas já entendi que quando acontece uma humilhação no trabalho, quando nos sentimos agredidos e violados, o difícil mesmo é racionalizar o que aconteceu. A raiva é sempre maior do que qualquer raciocínio equilibrado. Mas é preciso parar, observar e nomear os sentimentos. Observar em câmera lenta cada ação e as práticas que ali aconteceram é algo importante a ser feito quando você quer criar imunidade corporativa, maturidade profissional e principalmente criar defesas que não sejam baseadas em ações impulsivas. Provocações Essas ações impulsivas sempre nos colocam aos pés das pessoas ...

O que te torna insuportável

Hoje conversando com uma colega de trabalho me dei conta do que nos torna insuportáveis sem que nos demos conta: A ansiedade em rebaixar o outro. Em humilhar ou descaracterizar o que ele tem pra dizer. Estava conversando com a Jo e falei do meu carro, contando que abasteci e fiz as contas e havia dado uma média de 15km/lt. Eu ia terminar de contar a história quando fui interrompida bruscamente pelos comentários dela: ah só se seu carro for importado, se for um X, ou Y, ou Z, impossível Eu falei: posso terminar? posso terminar de falar. Ela continuou: Não porque é impossível né... Continuei: posso terminar de contar a história ou não? Então contei como fiz as contas erradas porque não sei quantificar ainda o quanto o carro gasta e tal, mas fiquei contente, porque mesmo errando aí uma margem alta, aparentemente ele está sendo econômico. Nós, todos, sem exceção, não sabemos ouvir o outro. Nunca, jamais até o fim do que a pessoa está querendo dizer. Eu mesma interrompo todo mu...

Alienando para confundir

Voltei hoje e quero deixar registrado como acontecem as alienações nesse ambiente de trabalho. Me distraí e esqueci de anotar a senha do computador, o que me custou uma manhã inteira de trabalho, pois fiquei sem fazer nada, andando para lá e para cá depois de ter aberto um chamado para o T.I. ressetar meu computador. Nisso, a Ana fez um comentário pérfido: - e Giovana, vai férias, volta férias e você continua a mesma. Falou isso num tom cínico e debochado dando a entender que não evoluo, que continuo estagnada. Eu respondi, claro: - Graças a Deus continuo a mesma. Existe resposta certa pra esse tipo de observação? Como aplacar o desejo incontrolável dessas pessoas de querer subestimar e reduzir a capacidade do outro minando sua autoestima e sua identidade? Quando eu pensar numa resposta sensata, volto aqui e edito esse post, porque mesmo apenas relatando isso agora, sinto tanta raiva que não consigo pensar numa resposta inteligente o suficiente para combater ess...

Férias, finalmente!

Eu ainda não planejei direito minhas férias. Mas uma coisa eu sei. Eu quero chorar, muito. Quero chorar tudo que não chorei o ano passado, porque tá tudo muito entalado na minha garganta. Os desaforos, as faltas de consideração, o esnobismo, a exclusão, a indiferença, muitas coisas enfim . Hoje vim trabalhar novamente, em pleno sábado fazendo horas extras para pagar as horas dos dias de pré feriado que eles nos "concederam". Fiquei tempo demais sem tirar férias e chego a estar confusa mentalmente sobre muitas coisas. Antes havia uma turma muito mala que quando vinha aos sábados se reunia para cantar, conversar, dar risada alto, e sobretudo falar mal dos outros. Era extremamente desgastante, pois se você estava de fora, obviamente o mal falado também era você. Eu nem sei dizer porque fiz amizade com esse povo, acho que era aquela coisa de querer saber de tudo. Pra quê? Pra nada. Agora a maioria daquela galera já saiu e ora, ora, surgiu das profundezas do inferno outra be...

Como é que é?

Hoje a Jo pegou atestado de 20 dias, pois como está grávida e está com sangramento vai ter que ficar de repouso. Ela é uma pessoa maravilhosa eu acho. Competente, criativa e por enquanto muito eficiente. Quem não seria em plena experiência né? Pois é. Nada contra ela, muito ao contrário. Aí me chega a Nádila e fala que ela entregou mais livros em três meses mais do que muito D.E. antigo aqui. Eu e a Ana ficamos totalmente sem graça e de cara né, claro. Mas sabe o que ela também entregou mais do que todas nós em apenas três meses Nádila? Atestado médico. E sabe quem foi muito eficiente no período de experiência? TODOS nós, pois quando entramos queríamos garantir nosso lugar e nosso emprego. Então me poupe dos seus elogios vazios e sem sentido. Seja coerente, seja razoável e sobretudo, seja justa!